Uma barata muito especial
Mesclando contação de história, teatro e música, atores do Projeto Biblioteca Viva Itinerante apresentou aos alunos do Peixinho O Casamento da Dona Baratinha
Sabe a Dona Baratinha, aquela que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Então, ela apareceu linda e vistosa, como sempre, para contar sua saga aos alunos dos níveis 4 e do primeiro e segundo anos, matutino e vespertino, da Escola O Peixinho. Isso dias atrás, graças ao projeto Biblioteca Viva Itinerante, idealizados pelos atores Fernando Góes e Daniela Fioruci.
A criançada se divertiu à beça com um espetáculo que mescla contação de história, teatro e música ao vivo. Pudera, é comovente e ao mesmo tempo divertida a história O Casamento da Dona Baratinha. A vaidosa barata um belo dia, ao varrer a casa, encontrou uma moeda. Animada com o achado, colocou seu melhor vestido e um imenso laço na cabeça e foi à janela em busca de pretendentes.
Dona Baratinha, porém, é muito sensível e tem medo de quase tudo. Dispensou, vejam só, o boizinho por conta do mugido, o burrinho pelo zurro alto e o cabrito pelo berro assustador. Encantou-se com João Ratão pelo barulhinho gostoso e baixinho. Ela não podia prever, entretanto, que o casamento não ocorreria porque o marido, muito guloso, cairia dentro da panela de feijão.
Em cena, o palhaço Coisa Fina narrou a história e encarnou os possíveis pretendentes da protagonista, interpretada por Daniela Fioruci. Os alunos do Peixinho também tiveram participação importante no espetáculo e até aprenderam uma singela cantiga: Casinha de bambuê/ Forrada de Bambuá/ Auê, auê, auê/ Auê, auê, auá.
Através dessas atividades, as crianças adquirem conhecimento brincando e, assim, vão assimilando valores, analisou Fernando Goes, o palhaço Coisa Fina. A cultura do brincar abre horizontes, complementa Daniela Fioruci.
O projeto Biblioteca Viva Itinerante existe há três anos e tem patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, o Promic. O objetivo é circular por diversos pontos da cidade, em especial praças públicas, promovendo cultura de forma lúdica e interativa, através de teatro, música, contação de história e diversas oficinas (leitura, confecção de brinquedos com materiais recicláveis, entre outras).
No espetáculo, os atores repassaram informações sobre sanfona, pandeiro e zabumba, instrumentos utilizados em cena. E também sobre ritmos musicais, como a valsa. E por falar em valsa, todo mundo saiu dançando após o término do espetáculo. Dançaram até!
Ah, sim, e a Dona Baratinha? Uns dizem que ela conheceu o amor da sua vida, o Seu Barato, enquanto outros contam que ela até hoje espera seu pretendente na janela da sua casa.
Mesclando contação de história, teatro e música, atores do Projeto Biblioteca Viva Itinerante apresentou aos alunos do Peixinho "O Casamento da Dona Baratinha"
Sabe a Dona Baratinha, aquela que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Então, ela apareceu linda e vistosa, como sempre, para contar sua saga aos alunos dos níveis 4 e do primeiro e segundo anos, matutino e vespertino, da Escola O Peixinho. Isso dias atrás, graças ao projeto Biblioteca Viva Itinerante, idealizados pelos atores Fernando Góes e Daniela Fioruci.
Confira as fotos!A criançada se divertiu à beça com um espetáculo que mescla contação de história, teatro e música ao vivo. Pudera, é comovente e ao mesmo tempo divertida a história "O Casamento da Dona Baratinha". A vaidosa barata um belo dia, ao varrer a casa, encontrou uma moeda. Animada com o achado, colocou seu melhor vestido e um imenso laço na cabeça e foi à janela em busca de pretendentes.
Dona Baratinha, porém, é muito sensível e tem medo de quase tudo. Dispensou, vejam só, o boizinho por conta do mugido, o burrinho pelo zurro alto e o cabrito pelo berro assustador. Encantou-se com João Ratão pelo barulhinho gostoso e baixinho. Ela não podia prever, entretanto, que o casamento não ocorreria porque o marido, muito guloso, cairia dentro da panela de feijão.
Em cena, o palhaço Coisa Fina narrou a história e encarnou os possíveis pretendentes da protagonista, interpretada por Daniela Fioruci. Os alunos do Peixinho também tiveram participação importante no espetáculo e até aprenderam uma singela cantiga: Casinha de bambuê/ Forrada de Bambuá/ Auê, auê, auê/ Auê, auê, auá.
"Através dessas atividades, as crianças adquirem conhecimento brincando e, assim, vão assimilando valores", analisou Fernando Goes, o palhaço Coisa Fina. "A cultura do brincar abre horizontes", complementa Daniela Fioruci.
O projeto Biblioteca Viva Itinerante existe há três anos e tem patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, o Promic. O objetivo é circular por diversos pontos da cidade, em especial praças públicas, promovendo cultura de forma lúdica e interativa, através de teatro, música, contação de história e diversas oficinas (leitura, confecção de brinquedos com materiais recicláveis, entre outras).
No espetáculo, os atores repassaram informações sobre sanfona, pandeiro e zabumba, instrumentos utilizados em cena. E também sobre ritmos musicais, como a valsa. E por falar em valsa, todo mundo saiu dançando após o término do espetáculo. Dançaram até!
Ah, sim, e a Dona Baratinha? Uns dizem que ela conheceu o amor da sua vida, o Seu Barato, enquanto outros contam que ela até hoje espera seu pretendente na janela da sua casa.
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