Diversas oficinas como confecção de pipas, construção de brinquedos com material reciclável e kirigami marcaram a data mais significativa do mês de agosto
O contador José Carlos Peixoto de Sousa admite que nunca foi muito bom nas atividades manuais. Porém, ele soltou a criatividade e fez uma pipa com direito a um coração e a letra inicial do nome da filha, Amanda.
"Eu caprichei bastante. Independente se a pipa vai subir ou não, o importante é que foi um dia diferente e agradável. Fizemos outros brinquedos e eu tive mais uma oportunidade de brincar com minhas filhas e demonstrar interesse pelas atividades delas", afirma." Oportunidades como essas ficarão na memória delas, tenho certeza", complementa.
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Foi assim, de modo divertido e interativo, que O Peixinho comemorou a data mais significativa do mês de agosto: o Dia dos Pais. Durante toda uma manhã de sábado (dia 13/08), cerca de 200 pais retrocederam no tempo e voltaram a ser crianças juntamente com os filhos, estudantes entre 2 e 10 anos de idade.
Para isso, a escola não mediu esforços e realizou diversas atividades como oficinas de confecção de brinquedos com garrafas pets, ministrada pelo Sr. Valdivino (artesão), de bilboquê, pipas, petecas, jogo da velha, recorte e colagem, massinhas de modelagem, contação de história e muita música.
A oficina de kirigami, tradicional técnica japonesa de criação de objetos através de recorte de papel, ministrada por Paulo Tio, chamou bastante atenção dos participantes. Os pais ficaram muito à vontade e alguns saíram com a sacola cheia de brinquedos feitos com os filhos. "Nosso objetivo, além de celebrar o Dia dos Pais, é o fortalecimento dos laços de união e afetividade", destaca, Daniela Zoéga Carvalho Della Barba, diretora da Escola O Peixinho. Todos os pais receberam de lembrança um quadro com um par de chinelos, em material emborrachado, feito pelos filhos.
Para animar ainda mais a festa, quatro atores se transformaram em palhaços e arrancaram gargalhadas gerais com brincadeiras como a Sombra, aquela que consiste em imitar o jeito de andar ou o comportamento de alguém.
"Ah, foi um dia muito bacana. Eu experimentei de tudo um pouco, como o jogo da velha, kirigami, peteca e carrinho com garrafas recicláveis. Foi uma oportunidade de demonstrar que as crianças não precisam de brinquedos caros para se divertir. Gosto muito dessa integração que o Peixinho proporciona", salientou o contador José Almir Pasquini, pai de João Gabriel.
Opinião semelhante tem o professor Cláudio Tesser, que faz questão de participar das atividades promovidas pelo O Peixinho, ao lado da filha Luiza."Eu gostei demais, me diverti bastante mesmo. Levamos muitos brinquedos para casa. Além de brincarmos com nossos filhos, atividades como essas aproximam ainda mais pais com professores e diretores da escola, além de ampliar nossa rede social com outros pais de alunos", frisa. Ele tem razão!