Trava-língua, parlendas, charadas e cantigas de roda fizeram parte da comemoração da data, comemorada no dia 22 de agosto
Tente falar rapidamente sem errar a pronúncia: O Tatu taí?/ O Tatu não tá/ Mas a mulher do tatu tando/ É a mesma coisa que o tatu tá. Um pouco complicado, não? Não para os alunos das turmas A, D e C do 2º da Escola O Peixinho, que tiraram de letra o trava-língua, uma das atrações do Dia do Folclore, cujas comemorações marcaram o calendário cultural da Escola O Peixinho.
Em clima de descontração, a data, assinalada no dia 22 de agosto, foi saudada por apresentações cênico-musicais feitas no pátio da escola e bastante aplaudidas pelos demais alunos da instituição. Teve de tudo um pouco. Um grupo de alunas, por exemplo, levou suas bonecas favoritas e entoou canções de ninar.
Quem não se lembra de que Hoje é domingo, pé de caximbo/ Caximbo é de ouro, bate no touro/ Touro é valente, bate na gente/ e por aí vai? Sim a famosa Parlenda, ou rimas infantis, repassadas a várias gerações também não foi esquecida.
Ah, claro, as charadas. Tente adivinhar essas: Por que o tubarão ficou chocado? O que tem quatro letras e tirando duas ainda ficam 11? Não sabem? A primeira resposta: o tubarão porque comeu um peixe-elétrico. A segunda: a palavra táxi porque subtraindo as primeiras sílabas sobra o XI: em algarismo romano significa 11. Teve gente que queimou a pestana.
As cantigas de roda foram relembradas. E uma das mais singelas, A Linda Rosa Juvenil, foi encenada com direito a feiticeiras (Isabelle Bertolaccini, Vitória Móvio e Heloísa Gondo), o tempo (Felipe Nunes e Gregory da Silva Reimer), o mato (Lynna Muramatso), belos reis (Luiz Felipe Arantes, Felipe Leite Toledo e Henrique Santos) e, claro, as lindas rosas juvenis (Gabriela Sotocorno, Maria Eduarda Fermiano e Júlia Tomasi Fritzen).
A dentista Tatiana Bertolaccini abriu espaço na agenda para apreciar sua bonita feiticeira, Isabelle. Minha filha ficou muito feliz com a personagem. Eu a incentivei dizendo que não é muito fácil ser feiticeira. Fiz questão de vir porque essas atividades contribuem para a autoestima das crianças, disse.
Para diretora do Peixinho, Daniele Zoéga Carvalho Della Barba, já é uma tradição da escola comemorar datas representativas do calendário cultural brasileiro durante o ano letivo. Nossa intenção é marcar as datas simbólicas e, com isso, estimular o lado artístico dos nossos alunos. Para isso, houve um grande envolvimento da equipe disciplinar, que não mediu esforços para fazer uma boa apresentação, analisa.
Trava-língua, parlendas, charadas e cantigas de roda fizeram parte das atividades
Tente falar rapidamente sem errar a pronúncia: O Tatu taí?/ O Tatu não tá/ Mas a mulher do tatu tando/ É a mesma coisa que o tatu tá. Um pouco complicado, não? Não para os alunos das turmas A, D e C do 2º da Escola O Peixinho, que tiraram de letra o trava-língua, uma das atrações do Dia do Folclore, cujas comemorações marcaram o calendário cultural da Escola O Peixinho.
Tente falar rapidamente sem errar a pronúncia: O Tatu taí?/ O Tatu não tá/ Mas a mulher do tatu tando/ É a mesma coisa que o tatu tá. Um pouco complicado, não? Não para os alunos das turmas A, D e C do 2º da Escola O Peixinho, que tiraram de letra o trava-língua, uma das atrações do Dia do Folclore, cujas comemorações marcaram o calendário cultural da Escola O Peixinho.
Em clima de descontração, a data, assinalada no dia 22 de agosto, foi saudada por apresentações cênico-musicais feitas no pátio da escola e bastante aplaudidas pelos demais alunos da instituição. Teve de tudo um pouco. Um grupo de alunas, por exemplo, levou suas bonecas favoritas e entoou canções de ninar.
Quem não se lembra de que Hoje é domingo, pé de caximbo/ Caximbo é de ouro, bate no touro/ Touro é valente, bate na gente/ e por aí vai? Sim a famosa Parlenda, ou rimas infantis, repassadas a várias gerações também não foi esquecida.
Ah, claro, as charadas. Tente adivinhar essas: Por que o tubarão ficou chocado? O que tem quatro letras e tirando duas ainda ficam 11? Não sabem? A primeira resposta: o tubarão porque comeu um peixe-elétrico. A segunda: a palavra táxi porque subtraindo as primeiras sílabas sobra o XI: em algarismo romano significa 11. Teve gente que queimou a pestana.
As cantigas de roda foram relembradas. E uma das mais singelas, A Linda Rosa Juvenil, foi encenada com direito a feiticeiras (Isabelle Bertolaccini, Vitória Móvio e Heloísa Gondo), o tempo (Felipe Nunes e Gregory da Silva Reimer), o mato (Lynna Muramatso), belos reis (Luiz Felipe Arantes, Felipe Leite Toledo e Henrique Santos) e, claro, as lindas rosas juvenis (Gabriela Sotocorno, Maria Eduarda Fermiano e Júlia Tomasi Fritzen).
A dentista Tatiana Bertolaccini abriu espaço na agenda para apreciar sua bonita feiticeira, Isabelle. Minha filha ficou muito feliz com a personagem. Eu a incentivei dizendo que não é muito fácil ser feiticeira. Fiz questão de vir porque essas atividades contribuem para a autoestima das crianças, disse.
Para diretora do Peixinho, Daniele Zoéga Carvalho Della Barba, já é uma tradição da escola comemorar datas representativas do calendário cultural brasileiro durante o ano letivo. Nossa intenção é marcar as datas simbólicas e, com isso, estimular o lado artístico dos nossos alunos. Para isso, houve um grande envolvimento da equipe disciplinar, que não mediu esforços para fazer uma boa apresentação, analisa.
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