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Acontece no Peixinho


EXCURSÃO MUITO ANIMADA

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DSC00619 Alunos do 5º ano da escola O Peixinho passaram um dia no Aguativa Resort, em Cornélio Procópio. Passeio faz parte da despedida da turminha que no ano que vem deixa de estudar na escola.

Prestes a se formarem, os alunos do 5º ano da Escola O peixinho fizeram um incrível passeio, cujas lembranças vão ficar para sempre na memória de cada um.

 

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SOLIDARIEDADE A TODA PROVA

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Alunos do Peixinho visitaram as crianças do CEI Santo Antônio, se divertiram com as crianças e doaram quase 500 litros de leite
Solidariedade se pratica desde muito cedo. Tanto é que cerca de 80 alunos do 2º e 3º ano (matutino e vespertino), da Escola O Peixinho deram um bonito exemplo de amor ao próximo ao visitar o Centro de Educação Infantil (CEI) Santo Antônio, dias atrás. 
Além de brincadeiras, lanches e conversas com as crianças atendidas, os alunos fizeram questão de levar mantimentos e outros produtos à instituição, uma das mais conhecidas de Londrina.
Os números são surpreendentes. De acordo com a irmã Dalziza Sarti, responsável pela nutrição do CEI, foram arrecadados 480 litros de leites, 20 quilos de roupas e também vários litros de óleo de cozinha, balas, refrigerantes, calçados e brinquedos. 
Deus abençoe a Márcia, diretora do Peixinho, sua equipe e alunos. Além dos mantimentos, a visita dessas crianças foi muito importante, pois elas foram solidárias com quem tem menos, agradeceu.
A interação foi a melhor possível. Os alunos do Peixinho conheceram as diversas alas do CEI Santo Antônio onde são atendidas 200 crianças, entre seis meses e cinco anos de idade, distribuídas em oito salas de aula. A maioria provém de família de baixa renda e lá permanecem das 7 horas às 18h30, enquanto os pais trabalham. 
Brincadeiras solidárias - O entrosamento maior, claro, se deu mesmo no parque de diversão, não sem antes saborear um bom lanche, com direito a refrigerantes, levados pelos alunos do Peixinho.
Luana Machado Álvares, de oito anos, se divertiu muito com as crianças do Santo Antônio. Até ajudou algumas no balanço. Eu gostei de vir aqui, foi muito legal. Quero voltar logo que puder, afirmou.
Há vários anos os alunos do Peixinho visitam o Centro Santo Antônio. Dessa vez, o incentivo veio através das lições repassadas no livro Doces Sonhos de Uma Princesa (Cíntia Yune e Aldo Monteiro, Editora Nacional), em que a protagonista, um belo dia, encontra na solidariedade um motivo melhor para sua vida.
Eu acredito muito que as crianças podem ser solidárias quando conscientizadas a partilhar o que tem com outras pessoas. Os alunos do Peixinho possuem esse hábito e isso nos deixa muito felizes, salientou Márcia Zoéga de Carvalho. Está correta, Tia Márcia!
Fundado há 53 anos, o atual CEI Santo Antônio, é administrado entre os Vicentinos e Irmãs Claretianas e é mantido através de parceria com a Prefeitura de Londrina e doações feitas pela comunidade londrinense. 
Segundo a coordenadora pedagógica Rafaela Luca Gonçalves Franco, além do caráter assistencial, a instituição também aplica práticas pedagógicas como contação de história, manuseio de livros, função social da escrita, noções matemáticas, entre outras atividades.
Contribuições - Quem quiser contribuir com o Centro de Educação Infantil Lar Santo Antônio pode ligar para o telefone 3339.0392 ou comparecer pessoalmente no seguinte endereço: Avenida Madre Leônia Milito, 499.
Alunos do Peixinho visitaram as crianças do CEI Santo Antônio, se divertiram com as crianças e doaram quase 500 litros de leite
Solidariedade se pratica desde muito cedo. Tanto é que cerca de 80 alunos do 2º e 3º ano (matutino e vespertino), da Escola O Peixinho deram um bonito exemplo de amor ao próximo ao visitar o Centro de Educação Infantil (CEI) Santo Antônio, dias atrás.  
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DIA DOS PAIS COM BASTANTE CRIATIVIDADE

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Diversas oficinas como confecção de pipas, construção de brinquedos com material reciclável e kirigami marcaram a data mais significativa do mês de agosto

O contador José Carlos Peixoto de Sousa admite que nunca foi muito bom nas atividades manuais. Porém, ele soltou a criatividade e fez uma pipa com direito a um coração e a letra inicial do nome da filha, Amanda.

"Eu caprichei bastante. Independente se a pipa vai subir ou não, o importante é que foi um dia diferente e agradável. Fizemos outros brinquedos e eu tive mais uma oportunidade de brincar com minhas filhas e demonstrar interesse pelas atividades delas", afirma." Oportunidades como essas ficarão na memória delas, tenho certeza", complementa.

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UMA BARATA MUITO ESPECIAL

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Uma barata muito especial
Mesclando contação de história, teatro e música, atores do Projeto Biblioteca Viva Itinerante apresentou aos alunos do Peixinho O Casamento da Dona Baratinha
Sabe a Dona Baratinha, aquela que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Então, ela apareceu linda e vistosa, como sempre, para contar sua saga aos alunos dos níveis 4 e do primeiro e segundo anos, matutino e vespertino, da Escola O Peixinho. Isso dias atrás, graças ao projeto Biblioteca Viva Itinerante, idealizados pelos atores Fernando Góes e Daniela Fioruci. 
A criançada se divertiu à beça com um espetáculo que mescla contação de história, teatro e música ao vivo. Pudera, é comovente e ao mesmo tempo divertida a história O Casamento da Dona Baratinha. A vaidosa barata um belo dia, ao varrer a casa, encontrou uma moeda. Animada com o achado, colocou seu melhor vestido e um imenso laço na cabeça e foi à janela em busca de pretendentes. 
Dona Baratinha, porém, é muito sensível e tem medo de quase tudo. Dispensou, vejam só, o boizinho por conta do mugido, o burrinho pelo zurro alto e o cabrito pelo berro assustador. Encantou-se com João Ratão pelo barulhinho gostoso e baixinho. Ela não podia prever, entretanto, que o casamento não ocorreria porque o marido, muito guloso, cairia dentro da panela de feijão.
Em cena, o palhaço Coisa Fina narrou a história e encarnou os possíveis pretendentes da protagonista, interpretada por Daniela Fioruci. Os alunos do Peixinho também tiveram participação importante no espetáculo e até aprenderam uma singela cantiga: Casinha de bambuê/ Forrada de Bambuá/ Auê, auê, auê/ Auê, auê, auá. 
Através dessas atividades, as crianças adquirem conhecimento brincando e, assim, vão assimilando valores, analisou Fernando Goes, o palhaço Coisa Fina. A cultura do brincar abre horizontes, complementa Daniela Fioruci. 
O projeto Biblioteca Viva Itinerante existe há três anos e tem patrocínio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura, o Promic. O objetivo é circular por diversos pontos da cidade, em especial praças públicas, promovendo cultura de forma lúdica e interativa, através de teatro, música, contação de história e diversas oficinas (leitura, confecção de brinquedos com materiais recicláveis, entre outras).
No espetáculo, os atores repassaram informações sobre sanfona, pandeiro e zabumba, instrumentos utilizados em cena. E também sobre ritmos musicais, como a valsa. E por falar em valsa, todo mundo saiu dançando após o término do espetáculo. Dançaram até!
Ah, sim, e a Dona Baratinha? Uns dizem que ela conheceu o amor da sua vida, o Seu Barato, enquanto outros contam que ela até hoje espera seu pretendente na janela da sua casa.
Mesclando contação de história, teatro e música, atores do Projeto Biblioteca Viva Itinerante apresentou aos alunos do Peixinho "O Casamento da Dona Baratinha"
 
Sabe a Dona Baratinha, aquela que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Então, ela apareceu linda e vistosa, como sempre, para contar sua saga aos alunos dos níveis 4 e do primeiro e segundo anos, matutino e vespertino, da Escola O Peixinho. Isso dias atrás, graças ao projeto Biblioteca Viva Itinerante, idealizados pelos atores Fernando Góes e Daniela Fioruci. 
 
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AVÓS SE EMOCIONAM COM HOMENAGEM DOS NETOS

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Alunos do terceiro ano matutino e vespertino fizeram uma festa bonita para reverenciar aquela que é considerada nossa segunda mãe
Muitas fizeram questão de registrar o momento com máquinas fotográficas ou mesmo com câmeras de celulares. Muitas não contiveram as lágrimas de emoção diante da homenagem feita pelos alunos do 3º ano das duas turmas matutinas e vespertinas da Escola O Peixinho às respectivas avós.
Eu me emocionei porque achei tudo espetacular. Tenho certeza que todas as avós tiveram o coração tocado. Para mim, houve uma união espiritual de todas nós, disse emocionada a vovó Vany Oliveira Capucho, que bateu palmas com vontade para a neta Mariana Meira Capucho.
A homenagem reuniu cerca de 60 vovós e foi composta por músicas, poesias e lembranças feitas manualmente àquela que é considerada nossa segunda mãe. No mural, os netos declararam por escrito todo o amor por essa figura importante de nossa família.
Juliana Fraga, por exemplo, sintetizou o sentimento de todos os coleguinhas de turma: Ainda bem que Deus fez as avós porque se elas não existissem eu morreria de dor no coração. Vó, nunca se esqueça que eu te amo.
Todos capricharam nas declarações. Difícil escolher a mais bonita. Além das mensagens, cada uma das vovós recebeu um desenho retratando o respectivo estilo. Coube à aluna Isabela Marciano fazer a oração em nome de todos os presentes. Que Deus, abençoe todas as avós. E também esse momento em nome de Jesus, amém.
Resgate de valores - As homenagens começaram com um grupo de alunos do 3º ano vespertino cantando Você é Especial. Na sequência, alunos do 3º ano matutino declamaram em alto e bom som o poema As Borboletas, de Vinicius de Moraes.
A emoção tomou conta do ambiente. Um dos momentos mais especiais foi quando a diretora do Peixinho, Márcia Zoéga de Carvalho, a Tia Márcia, recebeu uma lembrança do neto Luigi Zoéga Della Barba, de quatro anos.
Vó se emociona mesmo. Eu agradeço por vocês deixarem-me ser avó dos seus netos, pois acompanho a história de cada um deles, disse Tia Márcia, muito comovida. Atualmente as famílias estão muito shoppingueiras porque preferem passear em shopping. Antes, a família se reunia na casa da avó para aquele almoço gostoso e fazer muita festa. Perdeu-se um pouco esse elo, mas através dessa homenagem nós procuramos resgatar esses valores importantes, complementou a diretora.
Reciclagem no coração- Dirce de Souza Faria, avó de Mariana El Haouli Faria, fez questão de parabenizar a homenagem feita pela equipe de professores e diretores da Escola O Peixinho. A [Tia] Márcia é uma mulher de Deus, pois não se esqueceu de homenagear as avós. Eu achei a festa maravilhosa, frisou. Dirce se emocionou ao lembrar dos filhos Carlos Alberto, Adriana e André Gustavo, que estudaram no Peixinho.
Além de aplaudir a performance do neto Rodrigo Oliveira Rolim de Moura, Maria Terezinha de Lima Neto também viajou no tempo ao relembrar da filha Eliza, ex-estudante do Peixinho. Vir aqui hoje é uma reciclagem no coração. Vim como mãe e agora retorno como avó. A escola O Peixinho sabe mesmo resgatar valores, afirmou.
A avó paterna de Rodrigo, Vera Lúcia Rodrigues de Souza, moradora em Itapetininga (SP), prestigiou também o neto. Voltou para casa encantada. O Peixinho está de parabéns por essa festa. Sou diretora de uma escola municipal e pretendo fazer essa homenagem na escola em que trabalho, informou.
Francisca Alfonso Elvira se emocionou do começo ao fim ao ver seu neto, Lucas Sakuma Elvira, se apresentando. Estou emocionada sim porque sou avó de coração. Fico feliz pelo Lucas ter me escolhido para ser sua avó, revelou.
Por sua vez, Marley Peixoto Reis resumiu em linguagem atual o tributo que a neta Sofia Reis César e seus amiguinhos prestaram às avós: Foi tudo de bom, disse bem-humorada. E foi mesmo!
Alunos do terceiro ano fizeram uma festa bonita para reverenciar aquela que é considerada nossa segunda mãe

 
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Muitas fizeram questão de registrar o momento com máquinas fotográficas ou mesmo com câmeras de celulares. Muitas não contiveram as lágrimas de emoção diante da homenagem feita pelos alunos do 3º ano das duas turmas matutinas e vespertinas da Escola O Peixinho às respectivas avós. 

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